Autor: Presbíteros

Roteiro Homilético – XIX Domingo do Tempo Comum – Ano B

  RITOS INICIAIS   Salmo 73, 20.19.22.23 ANTÍFONA DE ENTRADA: Lembrai-Vos, Senhor, da vossa aliança, não esqueçais para sempre a vida dos vossos fiéis. Levantai-Vos, Senhor, defendei a vossa causa, escutai a voz daqueles que Vos procuram.   Introdução ao espírito da Celebração   A liturgia do 19º Domingo do Tempo Comum dá-nos conta, uma vez mais, da preocupação de Deus em oferecer aos homens o «pão» da vida plena e definitiva. Por outro lado, convida os homens a prescindirem do orgulho e da auto-suficiência e a acolherem, com reconhecimento e gratidão, os dons de Deus.   ORAÇÃO COLECTA: Deus eterno e omnipotente, a quem podemos chamar nosso Pai, fazei crescer o espírito filial em nossos corações para merecermos entrar um dia na posse da herança prometida. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.     LITURGIA DA PALAVRA   Primeira Leitura   Monição: A primeira leitura mostra como Deus se preocupa em oferecer aos seus filhos o alimento que dá vida. No «pão cozido sobre pedras quentes» e na «bilha de água» com que Deus retempera as forças do profeta Elias, manifesta-se o Deus da bondade e do amor, cheio de solicitude para com os seus filhos, que anima os seus profetas e lhes dá a força para testemunhar, mesmo nos momentos de dificuldade e de desânimo.   1...

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Homilia do Padre Françoá Costa – XIX Domingo do Tempo Comum – Ano B

Comunhão   Um dos momentos mais importantes na nossa Missa é a comunhão, quando recebemos Jesus Sacramentado em nós. Então se pode dizer com toda a propriedade que “o Reino de Deus já está no meio de vós” (Lc 17,21). Comungar o Senhor é algo necessário, pois “quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu hei de dar, é a minha carne para a salvação do mundo” (Jo 6,51). Santa Joana de Chantal, quando era pequena, mostrou a um homem que não tinha a nossa fé católica que Jesus está na Santíssima Eucaristia de uma maneira que ficou-lhe muito bem gravada na alma. Seu pai num determinado momento conversava com um herege (uma pessoa que não tem toda a fé católica) sobre a Eucaristia. Aquele homem que tinha caído na heresia dizia ao pai de Joana que não acreditava na Eucaristia, ele negava a presença de Cristo na Eucaristia. Joana interrompeu a conversa e disse àquele homem: “- o senhor deve crer que Jesus Cristo se encontra no Santíssimo Sacramento porque foi Ele, o próprio Jesus, quem o disse. Se o senhor não crer está chamando Jesus de mentiroso”. O herege, querendo sair de uma maneira brilhante daquela situação, ofereceu à menina umasº amêndoas. A menina recebeu o presente. Quando o herege já estava tranquilo, viu Joana Francisca aproximar-se da chaminé e lançar as amêndoas no...

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Homilia do Mons. José Maria – XIX Domingo do Tempo Comum – Ano B

A Força da Eucaristia   Jesus, Pão Vivo descido do céu, ocupa o lugar central da Liturgia da Palavra de hoje, toda ela orientada para a Eucaristia. A primeira leitura (1Rs 19, 4-8) fala do Profeta Elias que para se salvar do furor da rainha Jezebel, foge para o deserto. Durante a longa e difícil viagem, sentiu-se cansado e quis morrer. “Agora basta, Senhor! Tira minha vida, porque eu não sou melhor do que os meus pais. E, deitando-se no chão, adormeceu à sombra de uma árvore. Mas o Anjo do Senhor o despertou, ofereceu-lhe pão e disse-lhe: Levanta-te e come! Ainda tens um caminho longo a percorrer. Elias levantou-se, comeu e bebeu, e, com a força desse alimento, andou quarenta dias e quarenta noites, até chegar ao monte de Deus.”  O que não teria conseguido com as suas próprias forças, conseguiu-o com o alimento que o Senhor lhe proporcionou quando mais desanimado se sentia. O monte santo para o qual o Profeta se dirige é imagem do Céu, e o trajeto de quarenta dias representa a longa viagem que vem a ser a nossa passagem pela terra; uma viagem semeada também de tentações, cansaços e dificuldades que por vezes nos fazem fraquejar o ânimo e a esperança. Mas, de maneira semelhante ao Anjo, a Igreja convida-nos a alimentar a nossa alma com um pão totalmente singular, que é...

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Homilia do D. Henrique Soares da Costa – XIX Domingo do Tempo Comum – Ano B

1Rs 19,4-8 Sl 33 Ef 4,30 – 5,2 Jo 6,41-51 A Liturgia da Palavra deste Domingo ainda está ligada ao evangelho da multiplicação dos pães. Jesus reclama porque os judeus não quiseram compreender o sinal da multiplicação. Claramente, ele afirma: “Eu sou o pão que desceu do céu! Quem dele comer, nunca morrerá!” Eis aqui a grande revelação do Senhor! Os judeus só conseguem ver a superfície, somente compreendem que ele é o filho de José; não percebem, não crêem que ele vem do Pai, como alimento de nossa existência: ele é o sustento, o alimento da nossa vida. Afinal, que é viver? Será simplesmente existir, respirar, sobreviver, de qualquer modo, sem rumo, sem sentido, sem uma finalidade para a existência? Que vida seria essa? Não uma existência assim, miserável, que vemos tantos e tanto hoje vivendo? Pois bem, Jesus afirma que ele dá o sustento verdadeiro à nossa vida; com ele, a vida tem sentido, tem rumo, tem razão de ser; com ele, descobriremos porque vivemos, descobrimos de onde vimos e para onde vamos, descobrimos que somos amados e somos fruto de um sonho de amor; com ele, finalmente, temos a paz! “Eu sou o pão da vossa vida! Precisais mais de mim que vosso corpo do pão de cada dia. Quem come desse pão que sou eu, isto é, quem se alimenta de meu amor, de minhas...

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Homilia de D. Anselmo Chagas de Paiva, OSB – XIX Domingo do Tempo Comum – Ano B

Eu sou o pão da vida Jo 6,41-51 Meus caros irmãos e irmãs, Uma vez mais nos deparamos com a preocupação de Deus em oferecer a todos o “pão” da vida plena e definitiva.  O Evangelho sequencia este tema já abordado nos domingos anteriores.  Jesus mostra que o povo no deserto comeu o maná e todos morreram (v. 50).  O pão vivo, ao contrário, dá a vida eterna.  Quem comer dele não morrerá (v. 50).  O discurso é concluído no v. 51 com a revelação de Jesus: “Eu sou o pão vivo que desceu do céu” (v. 51).  O ponto culminante da revelação de Jesus está nas palavras que Ele acrescenta: “E o pão que eu darei é a minha carne pela vida do mundo” (v. 51). Esta leitura do Evangelho de São João, que nos acompanha nestes domingos, nos fez refletir inicialmente sobre a multiplicação milagrosa, em que cinco pães de cevada e dois peixes foram suficientes para dar de comer a uma multidão de cinco mil homens, sem contar as mulheres e as crianças. Jesus dirige o convite aos que havia saciado, a esforçarem-se em busca de um alimento que permanece para a vida eterna.  Com isto, mostra o significado profundo do prodígio realizado: saciando de modo milagroso a fome física, prepara a multidão que o seguia para aceitar o anúncio segundo o qual Ele é apresentado...

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Preces – XIX Domingo do Tempo Comum – Ano B

Sacerdote: Irmãos e irmãs, a Deus que cuida e alimenta o seu povo, apresentemos as súplicas de nossa comunidade: Todos: Senhor, dai-nos sempre o Pão da vida!   1. “Com a força desse alimento, andou quarenta dias e quarenta noites” (1Rs 19, 8). Que os pastores da Igreja encontrem na Santíssima Eucaristia o seu Alimento de vida eterna e o companheiro de todos os momentos. Rezemos ao Senhor. 2. “Se entregou a si mesmo a Deus por nós, em oblação e sacrifício de suave odor”(Ef 5, 2). Que ao vivermos a celebração da Santa Missa, saibamos oferecer a nossa vida junto com a vida de Jesus, como hóstia viva e agradável. Rezemos ao Senhor. 3. “E o pão que eu darei é a minha carne dada para a vida do mundo” (Jo 6, 51). Que todos aqueles que creem em vosso Filho, creiam também em sua palavra e reconheçam que o pão da vida e a bebida espiritual são verdadeira e realmente a Corpo e o Sangue de Cristo. Rezemos ao Senhor. 4. “Que ouçam os humildes e se alegrem!” (Sl 33, 3). Que os pobres e humildes encontrem no Sacrifício Eucarístico a mesa que Deus preparou para eles e que os mais ricos tocados pela generosidade de Cristo saibam colocar seus bens ao serviço de todos. Rezemos ao Senhor. 5. “E eu o ressuscitarei no último dia.” (Jo...

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Roteiro Homilético – XVIII Domingo do Tempo Comum – Ano B

RITOS INICIAIS   Salmo 69, 2.6 ANTÍFONA DE ENTRADA: Deus, vinde em meu auxílio, Senhor, socorrei-me e salvai-me. Sois o meu libertador e o meu refúgio: não tardeis, Senhor.   Introdução ao espírito da Celebração   Todo o homem tem anseio de felicidade e procura-a geralmente em coisas materiais: prazeres, passeios, bebidas, festas, boa comida, sexo… mas acaba por reconhecer que continua insatisfeito. A liturgia da Palavra deste Domingo fala-nos do maná dado por Deus ao seu povo e que o alimentava dando robustez a um corpo destinado a perecer. Todavia, diz-nos ainda, o verdadeiro pão da vida é a Sua Palavra, incarnada em Jesus de Nazaré, que é capaz de modificar toda a nossa vida transformando-nos em «homens novos», conduzidos a uma vida que não acaba. Pensemos um pouco nas vezes que procurámos a felicidade onde ela não se pode encontrar e desprezámos a Palavra que dá vida. E, com humildade, peçamos perdão ao Senhor.   ORAÇÃO COLECTA: Mostrai, Senhor, a vossa imensa bondade aos filhos que Vos imploram e dignai-Vos renovar e conservar os dons da vossa graça naqueles que se gloriam de Vos ter por seu criador e sua providência. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.     LITURGIA DA PALAVRA   Primeira Leitura   Monição: A leitura que vamos ouvir é um convite a descobrir a presença de Deus...

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Homilia do Padre André Buchmann – XVIII Domingo do Tempo Comum – Ano B

Ser como Cristo! Homilia – 05.VIII.018. XVIII. Domingo do Tempo Ordinário “…estais me procurando não porque vistes sinais, mas porque comestes pão e ficastes satisfeitos” (Jo 6,26). Idéias principais: O Sacerdote é outro Cristo. Qual deve ser o Modelo para o Padre? O Sacerdote deve ser um profeta. I. O Sacerdote é outro Cristo Todos somos outros Cristos, pois no nosso Batismo fomos configurados à Pessoa do Salvador que é Sacerdote, Profeta e Rei. Portanto, todos formamos um povo sacerdotal, profético e régio. Somos todos Sacerdotes, Profetas e Reis, pelo primeiro Sacramento que recebemos, ou seja, o Batismo. E foi o próprio Cristo quem instituiu este Sacramento de Salvação, fazendo-Se batizar por João no Jordão. Mas ele quis que alguns estivessem ainda mais configurados Consigo pelo Sacerdócio Ministerial. Todos somos configurados, identificados com Cristo pelo Sacerdócio Comum dado no Batismo. Os Sacerdotes, pelo Sacramento da Ordem, recebem o Sacerdócio Ministerial e agem em Nome e na Pessoa do Cristo Cabeça da Igreja. O Sacerdote é configurado a Cristo Cabeça da Igreja sacramentalmente e isso não se discute. Mas ele não deixa de estar no meio do mundo. E o mundo pode influenciá-lo com coisas muito boas e, ainda, com coisas muito ruins. O Padre deve ser para o mundo fermento, sal e luz. Deve estar no mundo sem ser mundano. O Padre mundano pode até ter certa importância, atrair...

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