Autor: Presbíteros

Roteiro Homilético – IV Domingo da Páscoa – Ano B

RITOS INICIAIS   Salmo 32, 5-6 ANTÍFONA DE ENTRADA: A bondade do Senhor encheu a terra, a palavra do Senhor criou os céus. Aleluia.   Diz-se o Glória.   Introdução ao espírito da Celebração Começamos o mês de Maio. Lembramos mais a Nossa Senhora, que nos deu Jesus, que está aqui na Eucaristia vivo e ressuscitado. Por Ela vamos hoje pedir-Lhe pelas vocações, pelos nossos seminários, pelas nossas mães e pelas mães do mundo inteiro para que saibam educar muito bem os seus filhos e despertar neles a vocação.   Examinemo-nos agora dos nossos pecados para pedirmos perdão ao Senhor.   ORAÇÃO COLECTA: Deus eterno e omnipotente, conduzi-nos à posse das alegrias celestes, para que o pequenino rebanho dos vossos fiéis chegue um dia à glória do reino onde já Se encontra o seu poderoso Pastor, Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.     LITURGIA DA PALAVRA   Primeira Leitura   Monição: S. Pedro explica o milagre da cura do coxo, em Jerusalém. Foi pelo nome de Jesus que se deu o milagre. E lembra a todos que não há salvação em nenhum outro nome.   Actos dos Apóstolos 4, 8-12 Naqueles dias, 8Pedro, cheio do Espírito Santo, disse-lhes: «Chefes do povo e anciãos, 9já que hoje somos interrogados sobre um benefício feito a um enfermo e o modo como ele foi curado, 10ficai sabendo todos vós e todo o...

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Homilia do D. Anselmo Chagas de Paiva – IV Domingo de Páscoa – Ano B

Eu sou o Bom Pastor Jo 10,11-18   Caros irmãos e irmãs, Neste quarto domingo da Páscoa a Liturgia da Palavra nos propõe um trecho do Evangelho segundo São João, no qual Jesus é apresentado como “Bom Pastor”. É este, portanto, o tema central que a Palavra de Deus põe à nossa reflexão para este domingo. Cristo é apresentado como o modelo do Bom Pastor, que ama de forma gratuita e desinteressada as suas ovelhas, até ser capaz de dar a vida por elas. Lançando um olhar para a história, podemos constatar que no Antigo Oriente, os reis costumavam designar a si mesmos como pastores dos seus povos. No Antigo Testamento, Moisés e Davi, antes de serem chefes e pastores do Povo de Deus, foram efetivamente pastores de rebanhos.  Uma das imagens mais usadas no Antigo Testamento para expressar o cuidado de Deus para com o seu povo, sobretudo o carinho com que o conduziu da escravidão do Egito para a Terra Prometida, é a imagem do pastor. Encontramos essas imagens nos livros dos profetas Isaías e Ezequiel (cf. Ez 34,12ss) e, de uma maneira muito viva, no salmo 22, onde lemos: “O Senhor é meu pastor, nada me falta”. O Salmo vai descrevendo como o pastor guia seu rebanho para verdes pastagens e para águas tranquilas; leva-o por caminhos seguros; infunde-lhe confiança pelo cajado que empunha em sua...

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Homilia do Mons. José Maria – IV Domingo de Páscoa – Ano B

Domingo do Bom Pastor Mons. José Maria Pereira   O Quarto Domingo da Páscoa é o domingo do BOM PASTOR. Depois de várias aparições de Cristo ressuscitado às mulheres, aos apóstolos, aos discípulos, hoje Jesus se apresenta como o BOM PASTOR! É um título de Cristo muito familiar aos primeiros cristãos. A liturgia deste domingo convida-nos a meditar na misericordiosa ternura de nosso Salvador, para que reconheçamos os direitos que Ele adquiriu sobre cada um de nós com a sua morte. No Evangelho ( Jo 10, 11-18) ouvimos a palavra do próprio Cristo que nos fala em primeira pessoa: Eu sou o bom pastor! É uma catequese sobre a missão de Jesus: conduzir o homem às pastagens verdejantes e às fontes cristalinas, de onde brota a vida em plenitude. O Bom Pastor aparece numa atitude de ternura com as ovelhas… Ele as conhece, as chama pelo nome, caminha com elas e estas O seguem. Elas escutam a Sua voz, porque sabem que as conduz com segurança. Em contraste com o pastor, aparece a figura dos ladrões e dos bandidos. São todos os que se apresentam como Pastor, ou até falam em nome de Cristo, mas procuram somente vantagens pessoais. Além do título de Bom Pastor, Cristo aplica-Se a Si mesmo a imagem da porta pela qual se entra no aprisco das ovelhas que é a Igreja. Ensina o Concílio...

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Homilia do Pe. Françoá Costa – IV Domingo da Páscoa – Ano B

“Um só rebanho e um só pastor”   Há pouco celebrávamos o aniversário natalício do nosso amadíssimo Papa Bento XVI: 85 anos! Alegrávamo-nos também por causa de outro aniversário do nosso queridíssimo Bento XVI: sete anos de Papa! Hoje, no Evangelho, Jesus fala de si mesmo, que é o bom pastor. Dá vontade de agradecê-lo por que não nos deixa sozinhos um só instante. Contudo, essa presença invisível do Bom Pastor na sua Igreja torna-se visível pelo seu vigário: o Papa. Ele é verdadeiramente o vigário de Jesus Cristo, isto é, faz-lhe as vezes. É o sucessor de Pedro! É Pedro dos nossos dias! Jesus Cristo fundou um rebanho e colocou Pedro à frente desse rebanho para que, junto com os demais apóstolos, o pastoreasse. Pedro e os demais apóstolos morreram, mas a obra de Jesus, que é a Igreja, deveria continuar. Lógico é que o Senhor fizesse perpetuar o serviço do pastoreio de sua Esposa, a Igreja. Os mesmos apóstolos colocaram pessoas à frente das diversas comunidades para pastoreá-las. Tratava-se, afinal, da obra de Jesus que já não podia mais parar! Recordemos uma das verdades que professamos frequentemente: a Igreja de Cristo é una: por sua Fonte, a Trindade Beatíssima, um só Deus em três Pessoas; por seu Fundador, Jesus Cristo; por sua Alma, o Espírito Santo (cf. Cat. 813). Alguém poderia perguntar: se a Igreja é una...

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Homilia de D. Henrique Soares da Costa – IV Domingo de Páscoa – Ano B

At 4,8-12 Sl 117 1Jo 3,1-2 Jo 10,11-18 Este Quarto Domingo da Páscoa é conhecido como Domingo do Bom Pastor, pois nele se lê sempre um trecho do capítulo 10 de São João, onde Jesus se revela como o Bom Pastor. Mas, o que isso tem a ver com o tempo litúrgico que ora estamos vivendo? A resposta, curta e graciosa, encontra-se na antífona de comunhão que o Missal Romano traz: “Ressuscitou o Bom Pastor, que deu a vida pelas ovelhas e quis morrer pelo rebanho!” Aqui está tudo! “Eu sou o bom pastor” – disse Jesus. O adjetivo grego usado para “bom” significa mais que bom: é belo, perfeito, pleno, bom. Jesus é, portanto, o pastor por excelência, aquele pastor que o próprio Deus sempre foi. Pela boca de Ezequiel profeta, Deus tinha prometido que ele próprio apascentaria o seu rebanho: “Eu mesmo cuidarei do meu rebanho e o procurarei. Eu mesmo apascentarei o meu rebanho, eu mesmo lhe darei repouso” (34,11.15). Pois bem: Jesus apresenta-se como o próprio Deus pastor do seu povo! Mas, por que ele é o Belo, o Perfeito, o Pleno Pastor? Escutemo-lo, caríssimos: O bom pastor dá a vida por suas ovelhas. É por isso que o Pai me ama: porque dou a minha vida, para depois recebê-la novamente. Ninguém tira a minha vida; eu a dou por mim mesmo! Tenho o poder...

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Comentário Exegético – IV Domingo da Páscoa – Ano B

Comentários exegéticos à Segunda Leitura e Evangelho: Segunda Leitura A FILIAÇÃO DIVINA DOS BATIZADOS (1 JOÃO 3, 1-2) (Pe. Ignácio, dos padres escolápios) INTRODUÇÃO: O capítulo III está escrito sob a base da filiação divina dos batizados. Após uma breve introdução em que afirma essa filiação, o resto é constituído por consequências morais e critérios éticos para se desengajar do mundo, esse inimigo dos planos divinos que, em João, supre, com muito, o papel do maligno, que também  como nome próprio e não como adjetivo, sai 5 vezes nesta epístola (2, 13; 2, 14; 3, 12; 5, 18 e 5, 19). Nesta epístola, filhos de Deus sai 4 vezes: a primeira, como efeito do amor do Pai (3, 1); a segunda, para afirmar nossa filiação como coisa segura e atual (3, 2); a terceira, distinguindo entre filhos de Deus e filhos do diabo (3, 10); e, finalmente, como objeto especial de nosso amor (5, 2). Adverte-se sobre um dualismo moral, não essencial, entre um Deus bom e um deus mau, como os gnósticos admitiam. Esse dualismo está entre os diversos modos de atuar entre os homens, como era o caso de Caim e Abel, que se repete nos tempos modernos (3, 12). Finalmente, a palavra mundo, como inimigo dos planos divinos e dos filhos de Deus, aparece 16 vezes na epístola, das quais 3 formam parte deste capítulo (3,...

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Preces – IV Domingo de Páscoa – Ano B

Sacerdote: Adoremos a Jesus Cristo, o bom Pastor, que por seu sangue conquistou para o Pai um povo escolhido; e digamos: Todos: Bom Pastor, escutai a nossa oração! 1. “Eu sou o bom Pastor” (Jo 10, 11). Destes a Pedro e aos seus sucessores a missão de apascentarem as vossas ovelhas, aumentai em nossos corações o amor e a obediência ao nosso Santo Padre e fortalecei-o em seu ministério apostólico. Rezemos ao Senhor. 2. “Não existe debaixo do céu outro nome dado aos homens, pelo qual possamos ser salvos” (At 4, 12). Que todos os homens e mulheres vos reconheçam como  Deus e Salvador, para que não se percam os que quereis salvar. Rezemos ao Senhor. 3. “Tenho ainda outras ovelhas que não são deste redil: também a elas devo conduzir” (Jo 10, 16). Conduzi à vossa Igreja Santa e Católica todos os que por alguma razão dela se separaram, para que a unidade dos cristãos seja um testemunho para o mundo. Rezemos ao Senhor. 4. “Jesus é a pedra, que vós, os construtores, desprezastes” (At 4, 11). Que Israel seja conduzido à plenitude da Aliança, como sinal de vossa fidelidade estendida a todas as gerações. Rezemos ao Senhor. 5. “O veremos tal como ele é” (1Jo 3, 2). Mostrai o esplendor de vossa face aos nossos amigos, parentes e benfeitores falecidos. Rezemos ao Senhor. Sacerdote: Senhor Jesus, Cordeiro...

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Roteiro Homilético – III Domingo da Páscoa – Ano B

RITOS INICIAIS   Salmo 65, 1-2 ANTÍFONA DE ENTRADA: Aclamai a Deus, terra inteira, cantai a glória do seu nome, celebrai os seus louvores. Aleluia.   Diz-se o Glória.   Introdução ao espírito da Celebração   A alegria pascal é a atitude de profunda paz pelo encontro com Jesus Cristo Vivo e Ressuscitado. A minha vida é celebrada no mistério do amor infinito de Deus que venceu o mal e a morte. A minha fragilidade toca os sinais da sua doação e vive da fé no amor incondicional de Deus. Saiba eu louvar, agradecer e sentir a urgência do compromisso com Jesus Cristo que dá a vida por mim. Saiba fazer Igreja na comunhão que dimana da presença de Cristo Ressuscitado.   ORAÇÃO COLECTA: Exulte sempre o vosso povo, Senhor, com a renovada juventude da alma, de modo que, alegrando-se agora por se ver restituído à glória da adopção divina, aguarde o dia da ressurreição na esperança da felicidade eterna. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.     LITURGIA DA PALAVRA   Primeira Leitura   Monição: A história da salvação é repassada por Pedro que a centraliza em Jesus Cristo: mistério de amor e salvação. Somos convidados à conversão a este amor e ao seu consequente compromisso.   Actos dos Apóstolos 3, 13-15.17-19 Naqueles dias, Pedro disse ao povo: 13«O Deus de Abraão, de Isaac...

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