Autor: Renan Dantas

Homilia Pe. André Luís Buchmann de Andrade – Solenidade da Assunção de Maria

“A minha alma engrandece o Senhor, e se alegrou o meu espírito em Deus, meu Salvador, pois, ele viu a pequenez de sua serva, eis que agora as gerações hão de chamar-me de bendita. O Poderoso fez por mim maravilhas e Santo é o seu nome!”   Idéias principais: A Assunção faz parte das quatro prerrogativas de Nossa Senhora. Maria morreu ou não? O Dogma da Assunção. I. A Assunção faz parte das quatro prerrogativas de Nossa Senhora. Desde pequenos, sabemos, pelo Catecismo que nos foi ensinado, que os quatro Dogmas Marianos ou as quatro prerrogativas de Nossa Senhora são a Sua Imaculada Conceição, a Sua Plenitude da Graça Divina, a Sua Virgindade Perpétua e a Sua Gloriosa Assunção aos Céus. Estas prerrogativas não foram invenções da Igreja, mas constatações teológicas de uma realidade presente na Mãe do Salvador. Imaculada Conceição: Maria foi concebida sem o pecado original e sem a sua influência. Nós todos nascemos com este pecado. Plenitude da Graça: na oração da Ave-Maria dizemos que Nossa Senhora é cheia de Graça. Começou Sua vida em graça de Deus, desde a Sua concepção, e continuou em graça de Deus sempre. Quem peca volta-se contra Deus e pertence ao demônio. Como poderia em algum momento pertencer ao demônio a Mãe do Deus verdadeiro que se fez Homem verdadeiro? Virgindade Perpétua: Maria foi Virgem antes, durante e depois do...

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A distinção entre normalidade e patologia nas causas de nulidade por natureza psíquica

Prof. Héctor Franceschi  Universidade Pontifícia da Santa Cruz (Roma) Antes de entrar na análise de cada um dos supostos do cânon 1095, parece conveniente determo-nos num tema geral, que pode servir como critério interpretativo e de aplicação da normativa sobre a incapacidade psíquica. Referimo-nos à distinção entre normalidade e patologia. Sendo o matrimónio um pacto «pelo qual o homem e a mulher constituem entre si o consórcio íntimo de toda a vida, ordenado por sua índole natural ao bem dos cônjuges e à procriação e educação da prole» (cânon 1055 § 1), a capacidade para o assumir exige um grau...

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A misericórdia de Deus no sacramento da Penitência

Oferecemos aos leitores o discurso do Santo Padre aos participantes no Curso sobre o Foro interno promovido anualmente pela Penitenciaria Apostólica (7-III-08). Título e subtítulos da Redacção de CL.   Senhor Cardeal Venerados Irmãos no Episcopado e no Sacerdócio Queridos Penitenciários das Basílicas Romanas! Sinto-me feliz por vos receber, quando está para terminar o Curso sobre o foro interno que a Penitenciaria Apostólica promove há diversos anos durante a Quaresma. Com um programa cuidadosamente preparado, este encontro anual presta um serviço precioso à Igreja e contribui para manter vivo o sentido da santidade do sacramento da Reconciliação. Portanto, dirijo um cordial...

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Homilia do Mons. José Maria – Assunção de Nossa Senhora

Assunção de Maria ao Céu No dia 15 de agosto, a Igreja celebra a Solenidade da Assunção de Nossa Senhora, ou Nossa Senhora da Glória. No Brasil, celebra – se, no domingo, logo após o dia 15. A Igreja professou unanimemente, desde os primeiros séculos, a fé na Assunção de Maria Santíssima em corpo e alma à glória celestial, como se deduz da Liturgia, dos documentos, dos escritos dos Padres e dos Doutores. “Para nós, a Solenidade de hoje é como uma continuação da Páscoa, da Ressurreição e da Ascensão do Senhor. E é, ao mesmo tempo, o sinal e a fonte da esperança da vida eterna e da futura ressurreição” ( São João Paulo ll, Homilia). A festa da Assunção é um dia de alegria. Deus venceu. O amor venceu. Venceu a vida. Mostrou-se que o amor é mais forte do que a morte. Que Deus tem a verdadeira força e a sua força é bondade e amor. Diz o Prefácio da Solenidade que proclama maravilhosamente o mistério celebrado: “Hoje, a Virgem Maria, Mãe de Deus, foi elevada à glória do Céu. Aurora e esplendor da Igreja triunfante, Ela é consolo e esperança do vosso povo ainda em caminho, pois preservastes da corrupção da morte aquela que gerou de modo inefável o vosso próprio Filho feito homem, autor de toda a vida”. Elevada ao Céu, Maria não se...

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Homilia de D. Anselmo Chagas de Paiva, OSB- Solenidade da Assunção de Maria

SOLENIDADE DA ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA – Lc 1,39-56 Caros irmãos e irmãs Estamos celebrando neste domingo a solenidade da Assunção de Nossa Senhora. No Brasil, por razões pastorais, esta celebração, quando a data do dia 15 de agosto não coincide com o domingo, é transferida para o domingo seguinte.  A Assunção da Virgem Maria ao céu é uma verdade que a Igreja professou desde os primeiros séculos, mas que só foi proclamada como dogma pelo Papa Pio XII em 1950, onde declarava ser “revelado por Deus que a imaculada Mãe de Deus, a Virgem Maria, tendo terminado o curso de sua vida terrena, foi assunta em corpo e alma à glória celestial” (DS 3903). Assunção significa elevação, ou seja, Maria foi elevada em corpo e alma ao céu por Deus. Uma vez concebida sem pecado e sendo o primeiro sacrário vivo a portar Jesus, seu corpo não poderia ter o fim de um corpo corruptível pelo pecado (cf. PIO PP XII, Constituição Apostólica “Munificentissimus Deus”, in AAS 42 [1950], 768-769). Ao celebrarmos a gloriosa Assunção de Maria ao Céu, em corpo e alma, podemos também afirmar que os dogmas da Imaculada Conceição e da Assunção estão intimamente ligados entre si. Ambos proclamam a glória de Cristo Redentor e a santidade de Maria, cujo destino humano está perfeita e definitivamente realizado em Deus, pois o próprio Cristo disse: “E quando...

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Homilia do Pe. André Luís Buchmann de Andrade – XIX Domingo do Tempo Comum – Ano B

“Eu sou o Pão Vivo Descido do Céu” (Jo 6,51). “…estais me procurando não porque vistes sinais, mas porque comestes pão e ficastes satisfeitos” (Jo 6,26) I. Interesse disfarçado de Fé. Não faz muito tempo, ouvimos no Evangelho da Santa Missa Dominical a narração de uma das multiplicações de pães operada por Jesus, Nosso Senhor. No domingo passado, ouvimos que a multidão correu para o outro lado do mar a fim de procurar, às pressas, a Jesus depois daquela multiplicação e ouviu d’Ele uma constatação um tanto triste: “…estais me procurando não porque vistes sinais, mas porque comestes pão e ficastes satisfeitos” (Jo, 6,26). A multiplicação em apreço ocasionou um imediato interesse nas pessoas: ficaram maravilhadas não somente com o pão multiplicado, mas com a possibilidade de seguir um líder religioso que operava prodígios em seu benefício direto e indireto, e também proporcionava-lhes um certo status psicológico. Hoje em dia acontece a mesma coisa com as pessoas que seguem certas igrejas – que, diga-se de passagem, pouco ou nada de cristão têm – propagadoras de pretensos sinais portentosos. Qual é a pessoa com necessidade de afirmação que não gostaria de dizer que a sua igreja é o lugar da cura de todos os males? Qual o freqüentador, com interesse em resolver seus problemas pessoais, não gostaria – se recebesse um favor, uma melhora em sua situação, um carinho proporcionado...

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Homilia do Pe. André Luís Buchmann de Andrade – XVII Domingo do Tempo Comum – Ano B

Multiplicação dos Pães Idéias principais: I. A multiplicação existiu mesmo ou foi somente uma partilha? II. Cristo multiplica os dons. III. Guardaram os pedaços que sobraram. I. A multiplicação existiu mesmo ou foi somente uma partilha? Uma vez uma Senhora insistiu comigo que a multiplicação dos pães se tratava de uma mera partilha. Jesus, muito esperto, pediu que todos colocassem em comum o pouco que tinham e o pouco se tornou muito. Não ouso dizer que isso, n’algumas ocasiões, não funcione. Quando eu era pequeno ficava maravilhado que, nos passeios e retiros da catequese, quando cada um colocava seu lanche à disposição de todos, a comida dava para todo mundo e sobrava. Mas depois de adulto todos vamos percebendo que nem sempre isso dá certo. Se Jesus fosse somente um esperto, apenas um líder que soubesse dirigir as multidões, não haveria a necessidade de que fosse Filho de Deus: com uns discursos e conselhos já estaria tudo resolvido. Se só repartir resolvesse, já não haveria mais fome no mundo. Se Jesus fez tantos outros milagres como a cura de cegos, surdos e tantos mais, por que não poderia multiplicar os pães? É curioso que o termo “multiplicação” não esteja presente no texto deste trecho do Evangelho. O que, em vez, está no texto é a palavra “repartiu”. Mas pelo tanto de comida que havia – poucos pães e peixes, nossa...

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Sobre a perspetiva cristã do esporte e da pessoa

Nos cinco capítulos e nas 50 páginas do texto “Dar o melhor de si”, se analisa, em síntese a história do fenômeno esportivo, e se oferece uma leitura antropológica do ponto de vista dos valores e outra sobre os desafios e desvios do esporte, para concluir com uma descrição do papel desempenhado pela Igreja no mundo do esporte.

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